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Posts com a Tag ‘felicidade no trabalho’

Por que os funcionários se demitem?

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

chefe-dificil-32Lendo a VOCÊSA de julho/09 ( que destaca os Chefes Tóxicos ) resolvi reeditar um artigo que escrevi a algum tempo, pois este tem grande sintonia com a matéria da Revista.

 

Vamos ao artigo:

 

Desde que comecei a ministrar treinamentos de liderança nas empresas, venho observando que a maioria das pessoas demitem-se de seus chefes e não da organização em que trabalham. Tal observação é validada pela pesquisa do Instituto Gallup que demonstra que 66% dos funcionários se demitem dos seu chefes e não da corporação que as contratou.

 

O fato é que muitos gestores desmotivam profundamente seus funcionários. Como disse Eugênio Mussak em um curso que participei: a motivação humana está ligada a dois fatores básicos - obter prazer e evitar sofrimento. Se um líder faz sua equipe sofrer com atitudes autoritárias e rudes, as pessoas se demitem para evitar o sofrimento – ou melhor, demitem o chefe TÓXICO de suas vidas.

 

Mas quais atitudes do líder levam a essa reação tão drástica dos colaboradores? Recorro agora ao Livro de Ouro da Liderança de John Maxell, onde são apontados quatro fatores que levam as pessoas a desistirem de seus chefes:

 

1. As pessoas desistem de quem as desvaloriza

 

Há chefes que parecem incapazes de elogiar os colaboradores por um trabalho bem feito, negando-lhes o prazer de serem reconhecidos. Pergunto a você LÍDER: Você sente prazer quando o seu chefe lhe reconhece por um trabalho bem feito ? Não tenho dúvidas que sim. Portanto, acredite, o seu liderado também fica muito motivado com isto.

 

2. As pessoas desistem de quem não é confiável

 

Uma pesquisa realizada em empresas americanas indica que a confiança no ambiente trabalho está em declínio. O estudo destacou cinco comportamentos dos líderes que destroem a confiança dos liderados:

 

. Agir de modo incoerente com o que diz

. Obter vantagens pessoais

. Sonegar informações

. Mentir ou contar meias-verdades

. Ter mentalidade fechada

 

 3. As pessoas desistem de quem é incompetente

 

Pode o colaborador ter respeito por um chefe incompetente, que se impõe pela força em vez do exemplo? Vejamos o que nos diz a “lei do respeito”, extraída do livro As 21 Irrefutáveis Leis da Liderança: “As pessoas seguem naturalmente os líderes que demonstram serem mais fortes que elas”. Um colaborador que, por exemplo, tem capacidade de liderança grau 7 não seguirá um líder que tem grau 4. Aprimore sua competência da liderança.

 

4. As pessoas desistem de quem é inseguro

 

É muito fácil identificar um líder inseguro. Basta verificar se ele está preparando alguém para sucedê-lo. Pessoas querem líderes que as estimulem a alçar vôos; anseiam por mentores que as auxiliem a desenvolver seu potencial.

 

Diante do que foi exposto neste artigo, nós, líderes, temos muito a refletir. Será que estamos fazendo nossos liderados sofrerem com nossas atitudes? Estamos realmente lhes proporcionando condições de trabalho? Ou será que nossos comportamentos os estão fazendo ir embora e levar consigo o conhecimento adquirido na empresa e os frutos do investimento em suas competências?

 

Sugiro que você peça à sua equipe um feedback sobre os quatro fatores que fazem as pessoas desistir de seus chefes. Descubra se você proporciona prazer ou sofrimento a aqueles que passam 8, 10 ou até 14 horas em sua companhia.

 

Disponibilizo também um teste sobre liderança do Pocket MBA Executivo e Gestor do século XXI. Acesse este link e faça o Download do Teste.

 

Até a próxima e convido a você a conhecer o treinamento: Liderança Assertiva - O Líder Completo acessando este link.

 

Ricardo Piovan

Palestrante e Coach Organizacional

ricardo.piovan@portalfox.com.br



Você faz parte do GRUPO dos 5% ?

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

                                

Renh1centemente recebi um texto de uma pessoa que fez um treinamento comigo e gostaria de compartilhá-lo. Fala sobre as pessoas que têm sucesso em suas vidas profissionais e pessoais, pessoas que fazem grande diferença no futuro.

Vamos ao texto:

Um velho professor entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir silêncio. Com grande dose de paciência tentou começar a aula pedindo um pouco mais de silêncio, mas ninguém daquela turma se preocupou em atendê-lo.

Com certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente. Não adiantou muito, pois os alunos ignoraram a solicitação e continuaram firmes com a animada conversa dentro da sala de aula. Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e decidiu tomar uma atitude mais drástica.

- Agora prestem atenção, porque eu vou falar isso uma única vez - disse, levantando a voz e um silêncio carregado de culpa se instalou em toda a sala e o professor continuou.

- Desde que comecei a lecionar, isso já faz muito anos, descobri que nós professores, trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos esses anos observei que de cada cem alunos, apenas cinco são realmente aqueles que fazem alguma diferença no futuro; apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume; são medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil.

- O interessante, é que esta porcentagem vale para todo o mundo. Se vocês prestarem atenção, notarão que de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença; de cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de táxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais; e podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais.

- É uma pena muito grande, não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora, então teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranqüilo, sabendo ter investido nos melhores.

- Mas, infelizmente, não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo, será capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto. Claro que cada um de vocês, sempre pode escolher a qual grupo pertencerá. Obrigado pela atenção e vamos à aula de hoje.

Não é preciso dizer, que o silêncio que ficou na sala e o nível de atenção que o professor conseguiu após aquele discurso foi devastador. Aliás, essa observação, tocou fundo em todos aqueles alunos, pois a partir dali, aquela turma teve um comportamento exemplar, em todas as aulas.

Hoje, certamente há muitos que não lembram muita coisa destas aulas, mas a observação do professor, essa nunca mais esquecerão. Aquele professor foi um dos 5% que fizeram a diferença na vida de muitos. De fato, podemos perceber que ele tinha razão e desde então, a maioria de seus alunos, fizeram de tudo para ficar sempre no grupo dos 5%, mas, como ele disse, não haveria como saber quem estava indo bem ou não; só o tempo mostraria a qual grupo cada um pertenceria no futuro próximo.

No link abaixo disponibilizo a você uma técnica muito simples de avaliação das suas competências e uma estratégia que você pode utilizar para entrar para este seleto grupo dos 5%.

Download da Avaliação Simplificada de Competências

A pergunta persiste: Você faz parte do grupo dos 5% ?

Ricardo Piovan
Palestrante e Consultor Organizacional
ricardo.piovan@portalfox.com.br

Por que algumas pessoas ATENDEM MAL os CLIENTES ?

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

atendimento1Não é raro observarmos funcionários errando ao atender mal um cliente, seja através da arrogância, displicência, falta de foco na solução da necessidade ou lentidão para resolver um problema, sem contar com a clássica dificuldade de comunicação, onde os colaboradores não compreendem corretamente o que o cliente está desejando.

A  frase “Freud explica” nunca foi tão verdadeira, pois o motivo do acontecimento dos pontos acima está ligado aos comportamentos das pessoas. Na nossa infância é moldada a base de nossa personalidade que refletirá as atitudes assertivas ou não do futuro, portanto o perfil comportamental definido na infância determina como me comportarei na vida adulta.

Em meus treinamentos de atendimento ao cliente adoto uma adaptação da teoria DISC, onde conscientizo as pessoas de suas virtudes e limitações comportamentais que estão ajudando ou atrapalhando o atendimento ao cliente. Após a aplicação de um teste as pessoas se identificam com um dos quatro perfis comportamentais existentes:

Guerreiro: Pessoas que possuem este perfil comportamental são rápidas e ágeis para resolver as necessidades ou problemas dos clientes, quando surge uma dificuldade elas arrumam uma forma de superá-la. Mas veremos que todos os perfis possuem pontos positivos e pontos limitantes, o guerreiro possui um sério problema de comunicação, pois como tem ansiedade em executar suas tarefas rapidamente ele pode não entender corretamente o que o cliente está querendo e com isto ele pode executar rapidamente algo errado. Outro ponto limitante deste perfil é a arrogância, pois ele “se acha” e sua prepotência pode desagradar o cliente e seus colegas de trabalho.

Influente: Este perfil é fantástico no que tange a dar atenção ao cliente, cativá-lo e deixá-lo a vontade. O influente é o boa praça e gosta de criar relacionamentos duradouros, uma ótima característica para atender bem o cliente. Mas seus problemas comportamentais podem comprometer o resultado, pois ele perde o foco facilmente, demorando a resolver um problema. Tem a mesma limitação em relação à comunicação que o guerreiro, pois escuta muito pouco o cliente e pode tomar decisões erradas ao buscar soluções.

Harmonioso: Os aspectos positivos deste perfil são a comunicação, pois ele compreende de forma clara as necessidades do cliente, são pessoas calmas e tranqüilas que demonstram total atenção ao cliente, além disto, são ótimos em momentos de conflito, pois compreendem os lados conflitantes e buscam soluções assertivas. O problema é que o harmonioso é tranqüilo de mais e isto o torna lento na execução das atividades e tempo é uma questão importante para os clientes. Outro aspecto limitante é que não gostam de mudanças não trazendo inovação para a empresa.

Conheça o Treinamento:
Atendimento ao Cliente - Técnicas e Comportamentos

Perfeccionista: Como o próprio nome já diz estes são perfeitos, executam tarefa com maestria e excelência, são fantásticos comunicadores, pois compreendem claramente a necessidade do cliente assim como contribuem para que o resultado seja esplendoroso. As limitações estão na arrogância e prepotência, muitas vezes comprometendo uma boa relação com o cliente e com a sua equipe. Realizar as atividades no tempo certo também é um ponto de atenção, pois o perfeccionismo costuma demorar para acontecer.

Observando os perfis comportamentais acima você pode achar que estamos perdidos, pois todos eles têm pontos limitantes que podem atrapalhar o atendimento. A boa nova é que existem pessoas que conseguem equilibrar os perfis de forma consciente ou não, administrando seus pontos limitantes e ressaltando seus pontos positivos. Um guerreiro, que é rápido e supera dificuldades facilmente, pode, através da consciência, ficar atento a sua falha de comunicação e a sua potencial arrogância e trabalhar estes pontos até transformá-los nos pontos positivos do harmonioso por exemplo.

Treinamentos comportamentais focados para atendimento ao cliente disponibilizam as pessoas este autoconhecimento, promovendo assim mudanças comportamentais que nos transformam em profissionais mais preparados para atender bem os nossos clientes, pois eles são o maior patrimônio da empresa.

Costumo invocar uma frase em meus treinamentos de um autor desconhecido que exemplifica bem o que estamos abordando: “Se não cuidares bem de seu cliente, alguém cuidará”.

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Ricardo Piovan
Palestrante e Coach Organizacional.

ricardo.piovan@portalfox.com.br
www.portalfox.com.br

Aumente suas chances de ser promovido

segunda-feira, 27 de julho de 2009

promovidoA primeira reflexão necessária para iniciar este processo é perguntar para si mesmo se realmente está na hora de ser promovido, pois é natural dos profissionais acharem que sabem muito mais do que as pessoas que estão acima de seus cargos. É fácil observar estagiários que acabaram de conseguir seu estágio acreditarem que após uma semana de trabalho já deveriam ser efetivados.

Para analisar se realmente está na hora de pleitear uma promoção reflita sobre as questões seguintes:

-Consigo executar todas as minhas tarefas com excelência? ( Cuidado a definição de excelência para você pode ser bem diferente de excelência para o seu chefe, na dúvida pergunte a ele ).

-Sou eficaz ou eficiente naquilo que faço? ( EFICIENTE é uma pessoa que ao ver uma fila a organiza, isto é, faz a fila andar e funcionar direitinho. Agora EFICAZ é o profissional que ao ver a fila busca conhecimento para acabar com ela, pois filas são processos arcaicos que não podem mais existir ).

Se as suas respostas forem positivas para as duas perguntas acima, isto é, SIM para a primeira e EFICIENTE para a segunda você é forte candidato a promoção, portanto, continue lendo o artigo, pois ainda existem alguns passos a seguir.

1. Aprenda o máximo que puder com as pessoas que estão no cargo que você almeja questionando-as ou oferecendo ajuda, além de já iniciar o processo de aprendizado estas pessoas serão aliadas fundamentais para a sua promoção quando chegar a hora, pois provavelmente serão consultadas.

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O Profissional de Alta Permance

2. Faça um curso sobre marketing pessoal, pois você precisará aparecer mais e conquistar seu chefe sem parecer um “puxa-saco”. Sugiro também a leitura do artigo “Por que nem todos os profissionais são promovidos?” acessando este link.

3. Se possível treine uma pessoa para substituí-lo, muitos profissionais perdem promoções simplesmente porque não há pessoas para ficarem no seu lugar.

4. Consiga o apoio do seu chefe ajudando-o a atingir os objetivos dele. Na busca pela promoção, não dê motivos para ele pensar que você não está interessado em fazer um bom trabalho na função atual. Você precisará do apoio dele para conseguir o cargo e se não estiver fazendo direito o seu trabalho, não será promovido.

5. Preste muita atenção nas pessoas que foram promovidas recentemente. O que a empresa viu nelas é o que a empresa verá nos futuros promovidos. Com certeza as características comportamentais destas pessoas são as mais importantes para a chefia.

Para finalizar gostaria que você pensasse sobre uma frase de Napoleon Hill:

“O homem que realmente deseja algo sempre encontra um caminho, aquele que não deseja tanto assim, sempre encontra um obstáculo.”

Ricardo Piovan
Palestrante e Coach Organizacional

Participe de nossos treinamentos:

27.08.2009 - O Profissional de Alta Performance

06.08.2009 - Liderança Assertiva - O Líder Completo

29.07.2009 - Como Superar Pressões no Trabalho

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Insatisfeito e infeliz no seu trabalho ?

segunda-feira, 13 de julho de 2009

infelizDestaco em meu livro Resiliência – Como Suportar Pressões e Adversidades no Trabalho um estudo realizado nos EUA, que 80% dos profissionais daquele país têm algum sentimentos de infelicidade e insatisfação em relação ao trabalho que desempenham. Acredito que no Brasil este número não seja diferente a julgar pelas freqüentes queixas que ouço nas empresas que presto consultoria.

As queixas são as mais variadas possíveis, mas o campeão de reclamações está em relação aos líderes das empresas, reclamação esta validada pela pesquisa do Instituto Gallup que aponta 66% das pessoas se demitem do seu chefe e não da organização que trabalham. Mas a idéia deste artigo não é falar sobre liderança e sim sobre escolhas que uma pessoa pode fazer caso esteja infeliz com o seu trabalho, sendo ela líder ou liderado.

Sempre que um profissional começa a se queixar sobre o seu trabalho, seu chefe ou seus colegas eu digo a ele que existem quatro escolhas a serem levadas em consideração e que provavelmente ele está optando pela pior delas. Veja abaixo quais são estas escolhas:

1. Mudar a empresa: Esta é a minha preferida. Um profissional insatisfeito no trabalho pode escolher mudar a empresa para melhor, isto é, a partir do momento que ele não concorda com as idéias da empresa ou com a liderança, existe uma grande chance de quebrar antigos paradigmas e iniciar um processo de transformação na organização. Sabemos que a inovação vem do confronto de idéias, de forma harmônica, onde alguém traz algo novo e não aceita os “nãos” com facilidade. Este profissional possui uma grande chance de subir na carreira, seja dentro desta empresa ou fora dela, pois o conhecimento adquirido para confrontar as antigas crenças sempre traz consigo um grande aprendizado e com certeza um profissional mais talentoso.

Mas a triste notícia é que sempre que apresento esta opção muitos já ficam cansados só de ouvir, começam a dar desculpas que o chefe não permite que este tipo de confronto harmônico aconteça, que a empresa é jurássica e não irá mudar ou até mesmo que não está disposto a despender tanta energia assim. Costumo dizer a estas pessoas que na verdade não é outra pessoa que não permite e sim ela que não tem o poder de influência e persuasão necessário para vender as suas idéias e iniciar as mudanças que defende e que para isso será necessário que leia livros sobre o tema da influência e persuasão ou até mesmo fazer um curso que garantirá a ela esta habilidade. Mas muitos não se colocam em situações de aprendizado para elevar suas competências e conquistar aquilo que deseja. Para estas pessoas com tristeza digo “Tudo bem, é uma escolha linda e transformadora que você não quer optar”.

2. Adapte-se a empresa: Para as pessoas que não querem ser o agente transformador de uma companhia há a escolha de adaptar-se a empresa, aceitando a cultura, os pares, os líderes da forma como eles são. Apenas solicito a estas pessoas que aceitam a infelicidade, que fiquem caladas, pois na maioria das vezes estas pessoas ficam reclamando pelos cantos da organização contaminando outras pessoas que tem potencial para usar a primeira opção e iniciar um processo de transformação. Oitenta e sete por cento das pessoas são demitidas por problemas comportamentais e os dois comportamentos que mais demitem os profissionais são a arrogância e a reclamação sem ação, portanto, muito cuidado com esta escolha.

3. Mude-se da empresa: Quando apresento esta opção às pessoas se assustam. Mas é uma opção que se deve levar em consideração, pois se você não está a fim de mudar a empresa, seja lá por qual desculpa for, e não quer se adaptar-se a forma da empresa, acredito que não haja motivos para continuar neste trabalho. Aposto que até mesmo os seus lideres não desejam uma pessoa infeliz naquilo que faz. Faço aqui apenas um pequeno alerta, pois em muitos casos percebo que este processo de fuga não é edificante, pois normalmente o profissional que vai embora da empresa leva ele mesmo na bagagem. Algumas pessoas são eternas “reclamonas” e não tenho dúvida que haverá uma grande chance de iniciar um processo de reclamação na nova empresa na qual ela vai se instalar. Após o processo de namoro com o líder e a empresa, as pessoas que “fogem” sem compreender o real aprendizado do antigo emprego, começam a achar novas coisas para reclamar e todo o processo de insatisfação inicia novamente. Se você está optando por esta escolha fique alerta para que no próximo emprego não caia nas mesmas armadilhas.

4. Sofrimento: Sim, está é a quarta escolha que as pessoas podem fazer, se acomodam e sofrem. É mais ou menos assim: Não tenho forças para mudar a empresa, não quero me adaptar a cultura da organização, mas também não tenho coragem de pedir demissão, me transformar e ir para outra empresa, então me acomodo, sofro e fico constantemente colocando a culpa nos outros pela minha infelicidade e insatisfação. Fico muito triste, pois vejo muitas pessoas fazendo esta escolha que impossibilita o crescimento tanto do profissional como do departamento e da companhia.

Caso você opte pela primeira escolha ( mudar a empresa ) você precisará adquirir conhecimentos para iniciar este processo de transformação, pois se você já tivesse este conhecimento talvez já teria entrado em ação. Costumo dizer no meu treinamento SL – O Profissional de Alta Performance, que as pressões e dificuldades se dissipam a luz do conhecimento, portanto, será necessário que você invista em aprendizado para construir o novo.

Sugiro a você fazer o download aqui de uma relação de livros e treinamentos que podem te ajudar a adquirir o conhecimento necessário para entrar em ação e assim mudar você, a empresa e até mesmo a sua liderança.

Abraços e boas escolhas …

Ricardo Piovan
Palestrante e Coach Organizacional

Você é um profissional proativo, reativo ou neutro ?

segunda-feira, 6 de julho de 2009

pessimistaExiste uma lei no mundo corporativo, já defendida por Max Gehringer entre outros autores, na qual chamo de lei 2-6-2.

A cada grupo de dez funcionários dois deles são altamente positivos e realizadores, isto é, são aquelas pessoas que perante qualquer dificuldade ou desafio sempre vão encarar o problema com a certeza que será possível superá-lo. Elas são otimistas e não se abatem com facilidade perante os desafios do dia-a-dia. Vamos chamá-los aqui de “proativos”.

Agora, destes dez colaboradores existem outros dois que mediante uma adversidade se apresentam de forma negativa, pregando a impossibilidade de resolver o problema, desistindo com muita facilidade. E o pior é que eles farão de tudo para contaminar seus pares com estes pensamentos. São os pessimistas que apenas reclamam perante as dificuldades, mas são incapazes de buscar o conhecimento para transpor os desafios diários. Vamos chamar este grupo de “reativos”.

Os seis colaboradores restantes do grupo dos dez não têm opinião formada sobre a dificuldade ou desafio que foi exposto, eles são meros ouvintes e muitas vezes quando as situações de complexidade aparecem, eles não têm consciência deste processo e se limitam a esperar os acontecimentos futuros. Vamos chamar este grupo de “neutros”.

O grande problema desta questão é que os “neutros” são facilmente influenciados pelas pessoas e dependendo do poder de persuasão dos outros dois grupos eles penderão para os proativos (otimistas e realizadores)  ou para os reativos (pessimistas e resmungões).

Imagine que um líder identificou que seus funcionários podem dar mais resultados dos que vêm apresentando e determine novas metas de produtividade para todo o departamento.

Dois funcionários, os proativos, estudarão novas formas de produzir, revendo os fluxos e talvez até pedindo algumas alterações no sistema informatizado para ganharem mais tempo e conseguirem alcançar as novas metas determinadas.

Outros dois colaboradores, os reativos, vão começar a reclamar dizendo, sem ao menos refletir, que será impossível alcançar as novas metas, dizendo que o líder está louco em determinar tais desafios e que a única solução para produzir estes resultados é contratando mais oito pessoas para o departamento.

Os outros 6 ( os neutros ) migram para os grupos dos proativos ou reativos dependendo do poder de influência deles.

Conheça os Treinamentos ministrados por Ricardo Piovan
Liderança, Resiliência, Vendas e Atendimento

Neste momento é muito importante a presença da liderança, pois ela terá que fazer coro com os proativos aumentando as chances de migrar os seis neutros para a proatividade resultando as ações necessárias para sucesso das tarefas. O líder precisa detectar as pessoas proativas e desenvolver nelas o poder de influência e persuasão para que no final tenhamos oito pessoas neste grupo.

Conversar com os neutros também é uma boa estratégia, instigando-os a opinarem por soluções para o sucesso do novo desafio.

Esta lei está presente em todas as equipes de trabalho sendo importante que líderes e liderados se enxerguem em quais grupos fazem parte, isto é, sou do grupo dos dois proativos que reagem positivamente perante as dificuldades ou sou do grupo dos reativos que lamenta e se revolta mediante o problema, ou ainda sou do grupo dos neutros que aguarda ser influenciado pelos outros grupos.

Reflita, busque na sua história corporativa como você reagiu perante as dificuldades ou desafios impostos. Caso você se encaixe nos grupos dos reativos ou neutros sugiro a você  elaborar um plano de desenvolvimento profissional, pois como dizia Napolen Hill: as dificuldades da vida e do trabalho se dissipam a luz do conhecimento.

Sugiro também que você leia o artigo Sou um talento ou sou dispensável ?“ acessando este link e descubra uma forma simples para aprimorar-se, tornando-se assim um profissional proativo, isto é, que reage positivamente perante uma adversidade ou um novo desafio, buscando formas diferentes para alcançar resultados diferentes.

Ricardo Piovan
Palestrante e Coach Organizacional
ricardo.piovan@portalfox.com.br

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Veja outros artigos clicando aqui …

Como ser resiliente no ambiente organizacional ?

quinta-feira, 25 de junho de 2009

desert_flowerEntrevista de Ricardo Piovan ao site rh.com.br:

Diante de tanta competitividade, instabilidade econômica e cobrança por resultados no cenário corporativo, o profissional é provado a manter o equilíbrio emocional. Todavia, para enfrentar todas essas adversidades, ele precisa desenvolver uma competência que tem conquistado cada vez mais espaço no meio organizacional e chamado a atenção da área de Recursos Humanos: a resiliência.
Identificar o problema, encarar a situação, ter uma iniciativa assertiva e manter uma postura confiante para se sobressair em meio às dificuldades são alguns dos comportamentos pertinentes ao profissional resiliente. Dessa forma, a atitude dele em relação às adversidades é que vai fazer a diferença para o seu sucesso na resolução do problema.

De acordo com Ricardo Piovan, consultor organizacional, palestrante e autor do livro “Resiliência - Como superar pressões e adversidades no trabalho”, lançado recentemente, o departamento de Recursos Humanos tem um papel fundamental no processo de resiliência nas organizações. “É sua missão proporcionar o desenvolvimento desta habilidade nos colaboradores das empresas, seja através de treinamentos, palestras ou leitura de livros”, comenta. Em entrevista ao RH.com.br, Piovan também apresenta os princípios para o desenvolvimento do comportamento resiliente. Aproveite para refletir acerca do assunto e faça uma boa leitura!

Acesse aqui e veja a entrevista completa.

Conheça também o Workshop:
Resiliência - Como Superar Pressões e Adversidades no Trabalho
Acesse aqui …

Por que nem todos os profissionais são promovidos?

quinta-feira, 18 de junho de 2009

mpessoalPoderíamos enumerar uma série de fatores, mas gostaria de falar hoje sobre o marketing pessoal.

Ouço muitas reclamações de pessoas que apesar de terem as mesmas qualidades técnicas que outras não são promovidas. É mais ou menos assim:

Eu faço o mesmo serviço que o Carlos, com a mesma qualidade, mas ele foi promovido e não eu. Que injustiça!“

A reflexão que sugiro a essas pessoas é questionar se o Carlos não tem um marketing pessoal mais eficaz.

Marketing é uma ferramenta que as empresas utilizam para colocar os seus produtos em evidência objetivando vendas. Marketing pessoal é a mesma coisa, isto é, precisamos colocar nossos produtos ( serviços ) em evidência objetivando vende-los para conquistar um cargo mais elevado na organização.

Nos dias de hoje os profissionais estão cada vez mais parecidos em relação à qualidade de seus serviços, a diferença entre ser promovido ou não pode estar no marketing que as pessoas estão fazendo de si mesmas.

Veja algumas dicas para você aperfeiçoar o seu marketing pessoal e destacar o seu produto para as próximas oportunidades:

Visibilidade: Assim que seu chefe solicitar alguma ajuda para uma tarefa especial prontifique-se para executá-la, desta forma ele saberá que pode contar com você para o que for necessário.

Melhoria continua: Dê sugestões ao seu chefe e colegas sobre melhorias nas atividades dos departamentos. Sempre há uma forma de fazer melhor, mais rápido e mais barato. Não espere uma solução de cinco milhões de reais, dê muitas soluções de cinco reais.

Espírito de Equipe: Execute suas tarefas rapidamente e com qualidade e assim que um par precisar de ajuda contribua de coração com o trabalho dele. O marketing não é apenas para o chefe, mas também para a equipe.

Liderança em atividades coletivas: sempre que uma missão for direcionada ao grupo verifique se você tem a competência de liderá-los, mas lembre-se que o conceito de liderança mudou, hoje os líderes servem seus liderados e não são mais servidos por eles.

Sugiro a você pesquisar mais sobre este tema em livros, treinamentos ou até mesmo no you-tube, pois estas dicas colocadas em prática podem fazer grande diferença na próxima promoção que aparecer na empresa.

E lembre-se, você precisa aparecer mais, conquistar seu chefe sem parecer um “puxa-saco”, e sem ser considerado chato pelos colegas de trabalho.

Conheça nossos treinamentos para tornar-se um profissional de alta performance.

Abraços e até a próxima,

Ricardo Piovan - Palestrante e Coach

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Uma “história” que todos os Líderes deveriam conhecer.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

cao1

Um cachorro entrou em um açougue e o açougueiro o espantou.

 

Logo em seguida o cachorro voltou. Novamente, o açougueiro foi espantar o cachorro, mas percebeu que ele trazia um envelope na boca. Então, o açougueiro pegou o envelope, viu dentro um bilhete e uma nota de R$ 50,00. O bilhete dizia: “Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor?”.

O açougueiro pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou em uma sacola de plástico junto com o troco e pôs na boca do cachorro.

O açougueiro muito impressionado decidiu seguir o bicho, já que estava mesmo na hora de fechar o açougue. O cachorro desceu a rua, no cruzamento, deixou a sacola no chão e apertou o botão para fechar o sinal, esperou pacientemente, com o saco de volta à boca, esperou o sinal fechar e atravessou a rua.

Depois, caminhou até uma parada de ônibus, e o açougueiro seguindo-o. No ponto de ônibus, o cão olhou para a tabela de horário e sentou-se a esperar seu ônibus. Veio o primeiro, o cachorro foi até a frente para conferir o número e voltou para o seu lugar. Outro ônibus chegou, tornou a olhar e entrou. Pasmo, o açougueiro boquiaberto pegou o ônibus também. De repente, com as compras ainda na boca, o cão se levantou, ergueu-se com as patas traseiras e puxou a cordinha para descer.

Maravilhado, o açougueiro também desceu e seguiu o cão, até que este parou em frente a uma casa, colocou as compras no chão, afastou-se um pouco, correu e atirou-se de encontro à porta. Nada! Não abriu. Repetiu a operação. Nada! Ninguém na casa!

Então, sob a observação do açougueiro, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro por varias vezes. Retornou à porta da frente e sentou-se aguardando. Passado um tempinho, um cara enorme abriu a porta e começou a bater no cachorro.

O açougueiro correu até o homem e o impediu dizendo:

 - Por Deus do céu homem, o que você está fazendo? O seu cachorro é um gênio!!!

 

- Gênio? Esta já é a segunda vez essa semana que este cachorro estúpido ESQUECE a chave!

 

 

A lição que podemos tirar desta “história” é o quanto os líderes batem em seus funcionários quando as tarefas não saem a seu contento, esquecendo de tantas outras atividades que foram desenvolvidas corretamente.

 

A liderança tende aplicar apenas feedbacks ofensivos quando as coisas não saem certas  esquecendo que os liderados não veem  totalmente prontos e, igualmente aos líderes, necessitam de aprimoramento.

 

É função do líder desenvolver seus liderados aplicando feedbacks de desenvolvimento, isto é, demonstrando claramente os bons e maus resultados, conduzindo-os respeitosamente ao caminho correto da execução.

 

Da próxima vez que for “bater” reflita se não existe uma forma mais assertiva para desenvolver e aprimorar seus liderados, utilizando este momento como reflexão e aprendizado.

 

Ricardo Piovan - Palestrante e Coach

ricardo.piovan@portalfox.com.br
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Felicidade no Trabalho. É possível ?

terça-feira, 19 de maio de 2009

sisifoSísifo, um cruel rei da mitologia grega, foi condenado ao Hades por toda a eternidade. Seu dever era empurrar, dia após dia, uma grande pedra montanha acima, só para vê-la no fim do dia, rolar montanha abaixo novamente. Cada dia era uma repetição do anterior, desagradável, cheio de monotonia e com um resultado final sem nenhum significado.

Quantas vezes nos vemos neste processo infeliz, vendo nossas atividades cotidianas como réplica da experiência nada inspiradora de nosso rei amargurado, executando tarefas que nos desagradam, nos relacionando com gestores que além de apenas nos reprovarem não nos orientam de forma clara para atingir os objetivos da corporação.

Convido você a participar do treinamento - SPRINT LEADER: Comportamentos e Habilidades dos profissionais de ALTA PERFORMANCE - reavaliando sua vida profissional e pessoal para alcançar a tão almejada FELICIDADE desejada por todos.

Acesse este link para maiores informações

Abraços

Ricardo Piovan - Palestrante e Coach Organizacional
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